O último beijo
“O último beijo”- “L’ último bacio”- Itália, 2001
Direção: Gabriele Muccino
Prós e contras do casamento são o tema desse filme italiano divertido que discute sonhos e pesadelos. São muitos personagens, cada um com sua visão e experiência. Incluídos os filhos que alguns querem muito ter, esquecendo que o trabalho que dão só a mãe sabe. Fora o corpo delas que muda com a gravidez.
A história começa quando Giulia comunica na mesa da sala de jantar dos pais dela, que está grávida. E as reações são diversas. A futura avó abraça a filha emocionada. Mas o futuro marido, Carlo, não parece muito entusiasmado.
E o grupo de quatro amigos vai saltar da ponte com o “bung jump”, todos morrendo de medo, mas menos pavor do que pensar em casamento.
Mas uma coisa é falar, outra é fazer.
Aquele que foge do casamento é o primeiro a sentir falta da noiva que fecha a porta na cara dele. Porque ficou sabendo de uma traição. Para piorar, ele se dá conta de que a ama e fez tudo errado.
E assim são os casais do filme que, chegando perto dos 30 anos pensam que só tem muito pouco tempo para decidir o que querem da vida.
E ainda por cima tem a mãe da noiva (Stefania Sandrelli) que pensa que não é bem casada, que o marido não é mais o mesmo e sente inveja da filha que tem a vida pela frente.
Em resumo, o casamento existe quando existe o amor. Mas essa visão romântica esquece das traições que podem acontecer e são um complicador a mais.
E é por isso que alguém pergunta se a fidelidade é uma utopia ou a nova revolução.
E você o que acha?